Copywriter Criativo
Cresci em Trancoso, achei que ia ser jornalista, meti os pés em meia dúzia de aulas de Filosofia em Coimbra, e fui parar à Comunicação de Marketing. O mundo perdeu um repórter e, quem sabe, o próximo Kant. Espero que tenha ganho outra coisa.
A primeira coisa que fiz por marcas foi escrever. Gerir redes, fazer conteúdo, encontrar a forma certa de dizer cada coisa. Depois veio o tráfego pago, e com ele uma descoberta: há marcas que vivem ou morrem por causa de uma palavra mudada num anúncio.
Hoje, na Black Monster Media sou Creative Copywriter. Continuo a trabalhar como sempre trabalhei. Com a vantagem de saber que as melhores ideias funcionam em dois sítios: no júri e no mercado. Em 2025, uma das minhas ideias ganhou Bronze nos Lusófonos da Criatividade. Foi o primeiro prémio. Não vai ser o último.
Tenho dois gatos que insistem em participar nas reuniões. E uma vez deixei um carro atravessado numa estrada nacional porque não sabia meter a marcha atrás. Aprendi a meter. Acho que é uma boa metáfora para muita coisa na minha vida.